terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Homem é multado por pilotar moto sem cinto de segurança em MS

Rapaz entrou com recurso para anular a infração de R$ 127,69 que recebeu.
Diretor da Agetran diz que 'erros acontecem' e cancelou a multa do rapaz.


Multa recebida pelo motociclista multado por estar sem o cinto de segurança (Foto: Felipe Moura/G1 MS) 
Multa recebida pelo motociclista multado por estar sem o cinto de segurança 
 
Um homem de 20 anos entrou com recurso para não ter que pagar uma multa de R$ 127,69 gerada no último dia 30 de novembro, no cruzamendo da avenida Eduardo Elias Zahran com a rua São Vicente, em Campo Grande. De acordo com a autuação, o rapaz não usava cinto de segurança ao pilotar uma motocicleta.
Motocicleta que jovem foi multado por não usar cinto de segurança (Foto: Felipe Bastos / G1MS) 
Motocicleta que jovem foi multado por não usar
cinto de segurança (Foto: Felipe Bastos / G1MS)
A infração é considerada grave e, além da multa, implicaria na perda de cinco pontos na carteira de motorista do jovem.
O motociclista, que pediu para não ser identificado, disse ao G1 que passa pelo cruzamento onde foi multado e, de acordo com o horário da autuação, estava indo de casa para o trabalho. “Nunca vi uma coisa dessas”, afirma.
Por conta da rotina de trabalho, ele pediu à mãe para cuidar do recurso contra a infração, aplicada pela Agência Municipal de Transportes e Trânsito (Agetran). A mulher disse ao G1 que deu entrada no processo de anulação da multa nesta segunda-feira (12). “Pelo valor, eu até pagaria a multa, mas não é certo. Não existe cinto em moto”.

Cancelada
 
O diretor presidente da Agetran, Rudel Trindade, disse que a cidade tem 55 agentes de trânsito que aplicam de 4 a 5 mil multas por mês. Segundo ele, esse tipo de erro corresponde a menos de 1% de todas essas infrações. “Tenho uma equipe, com cinco pessoas, que trabalham somente para verificar este tipo de inconsistência. Erros acontecem”, diz.
Trindade afirmou que a multa do jovem foi cancelada no instante em que ele soube do engano. “Caso este tipo de erro aconteça com alguém, é só ligar para a Agetran, que o problema será resolvido o quanto antes e sem burocracia”, diz.

Viagem a Vila Velha (ES)

Amig@s, meu pai, Edir, acaba de se mudar para Vila Velha (ES). Tive a agradabilissima tarefa de levar a sua BMW K 1200 GT até lá...numa viagem muito legal. Bem, por diversos motivos tive que fazer tudo numa tacada só...1.350km em um dia de viagem. Cansativo, mas muito prazeroso. Tive um pouco de azar na chegada ao Espírito Santo, onde peguei muita chuva, neblina e um congestionamento na entrada de Vitória que me custou mais de hora e meia andando de primeira/segunda marchas. De resto, tudo maravilha! As curvas do trecho BH-Vitória são o sonho de todo motociclista que gosta de testar as bandas dos pneus...realmente muito bom (em alguns momentos parece que as montanhas vão nos engolir...). Seguem alguns registros da viagem. Abraços!! Dennys











sábado, 10 de dezembro de 2011

Produção chinesa de motos é 12 vezes a brasileira

País asiático fabrica 26 milhões de motocicletas ao ano.
G1 visita fábrica da Haojue, nº 1 do país, que expande produtos no Brasil.

Rafael Miotto Do G1, em Jiangmen, na China - o jornalista viajou a convite da Dafra.

O Brasil espera fechar 2011 com 2.141.000 motocicletas produzidas, superando o recorde histórico de 2008 de 2.140.907 unidades. Mas mesmo que a expectativa da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo) se confirme, os números não chegarão nem perto do que a China vai alcançar.
fábrica china motos (Foto: Rafael Miotto/G1) 
Moto passa por teste de dinamômetro após ser produzida na fábrica da Haojue, em Jiangmen,
uma das 6 linhas de montagem da empresa chinesa (Foto: Rafael Miotto/G1)

O país asiático é o líder mundial em produção de motos, seguido por Índia, Indonésia e Tailândia. O Brasil é o 5º colocado no ranking. “A indústria chinesa produz, por ano, cerca de 26 milhões de motocicletas. Deste total, 10 milhões são para exportação”, afirma Henry L. F. Su, diretor comercial de exportação da Haojue, marca do grupo Jiangmen Dachangjiang, principal produtor do país.
A Haojue possui uma joint venture com a Suzuki desde 1992 e produz em suas 3 plantas, nas cidades de Jiangmen, que o G1 visitou, Changzhou e Chongqing, um total de 3 milhões de motos ao ano, contabilizando produtos Haojue e Suzuki. Para produzir e vender no país, a marca japonesa precisou se associar a uma empresa local, o que é regra no mercado chinês.

fábrica china motos (Foto: Rafael Miotto/G1) 
Na montadora chinesa trabalham 14 mil funcionários (Foto: Rafael Miotto/G1)
 
Estar na fábrica é como visitar uma planta de qualquer outra fabricante de motos no mundo. A diferença está nos números. Apesar de ser líder há 8 anos na China, a Haojue pretende aumentar seus números, já que a capacidade total da empresa é de produzir 5,5 milhões de motos ao ano. Em suas 6 linhas de produção trabalham 14 mil empregados, de 10 a 12 horas por dia e 6 dias por semana.

fábrica china motos (Foto: Rafael Miotto/G1) 
Espaço na fábrica para testes dos motores (Foto: Rafael Miotto/G1)
 
No Brasil, a líder de vendas e de produção é a Honda, que possui uma única planta, em Manaus, onde é capaz de produzir até 2 milhões de motocicletas ao ano e tem a expectativa de fechar 2011 com 1.650.000 unidades. Na fábrica no Amazonas trabalham 10 mil funcionários.

Riva 150 vem aí
Apesar de internamente na China a Haojue/Suzuki liderar em produção e vendas, a marca exporta apenas 12% de seus produtos, índice considerado baixo para os padrões do país. Para mudar este cenário, a Haojue busca novos mercados, como o brasileiro. Isto rendeu a parceria com a Dafra, que vende o scooter Smart da Haojue no país há 2 anos.

riva 150 chinesa (Foto: Rafael Miotto/G1)Riva 150 chinesa: para o Brasil, moto terá guidão mais alto (Foto: Rafael Miotto/G1)
O próximo passo é o início das vendas da Riva 150, uma motocicleta urbana que fez sua estreia na edição passada do Salão Duas Rodas, em outubro deste ano. Ela chega às lojas na metade de dezembro. “A principal diferença da nova Riva é que este foi o primeiro projeto que começamos do zero juntamente com a Haojue. A moto será lançada simultaneamente no Brasil e na China, e passamos a eles as necessidades do consumidor brasileiro”, explica Alexandre Gaspar, gerente de desenvolvimento da Dafra.
diretor fábrica china (Foto: Rafael Miotto/G1) 
Henry L. F. Su, diretor de exportação da Haojue:
"Esperamos ter mais produtos no Brasil"
(Foto: Rafael Miotto/G1)
Chineses x brasileirosAs motos chinesas costumam ser adaptadas para outros mercados. No caso do Brasil, as principais alterações na Riva foram um guidão mais alto, cores e grafismos especiais, ajuste de suspensão para pisos mais esburacados e diferente relação de marchas, mais longa, pois a média de velocidade chinesa é mais lenta.
"A média de velocidade chinesa fica entre 35 e 40 km/h. Aqui eles praticamente não utilizam as 4ª e 5ª marchas”, explica o engenheiro de produto da Dafra, Fábio Orefice. Contudo, a marca afirma não haver nos produtos Haojue uma diferença de qualidade ou resistência entre as motos vendidas na China e no Brasil.
“Nós esperamos ter mais produtos no Brasil. No momento estamos conversando isto com a Dafra”, acrescenta o diretor Su, da Haojue. Antes da recente parceria chinesa com a Dafra, o consumidor brasileiro já tinha acesso às motocicletas produzidas pela Haojue através da Suzuki, que possui em sua linha de baixa cilindrada modelos da joint venture Haojue/Suzuki.

fábrica china motos (Foto: Rafael Miotto/G1) 
Máquina solda chassi de moto na planta de Jiangmen; ao todo, montadora chinesa tem capacidade
para 5,5 milhões de motos ao ano (Foto: Rafael Miotto/G1)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O verão está chegando no Rio de Janeiro com o Salão Bike Show 2012


Entre os dias 26 e 29 de janeiro, o Salão Bike Show retornará ao Riocentro para gerar negócios e trazer as novidades do mercado.
Com mais de 28.000 visitantes, 70 expositores e 200 marcas, o Salão Bike Show 2011, sucesso de público e crítica, foi um marco nas vidas dos amantes do motociclismo.
O evento, que se torna uma tradição no calendário brasileiro, é a oportunidade para que montadoras, importadoras, lojas, representantes e toda cadeia produtiva do segmento, acelerem suas vendas aliando diversão e descontração aos seus negócios. Assim os participantes conferem as diversas novidades do mundo do motociclismo.
Mais informações: www.salaobikeshow.com.br
Fonte: Divulgação RockRiders.com.br

Financeira da Harley chega ao Brasil

A Harley-Davidson Financial Services, uma subsidiária da Harley-Davidson Inc., chega ao Brasil para oferecer serviços financeiros aos clientes da marca. O braço financeiro da Harley-Davidson terá suas operações locais realizadas por meio de parceiros licenciados.


Presidente da subsidiária da Harley Davidson Inc que visitou o Brasil
O lançamento desta nova iniciativa da empresa no Brasil é mais uma vantagem estratégica da marca e ajudará a facilitar as vendas e promover uma experiência ainda melhor para os fãs da vida em duas rodas.
 
“Trazer a Harley-Davidson Financial Services ao País é apenas o mais recente passo da empresa neste mercado estratégico, que é o Brasil, para ajudar os clientes a alcançar o sonho de adquirir uma motocicleta Harley-Davidson e fazer parte do estilo de vida único da marca por meio de um financiamento competitivo que estará disponível em toda a rede de concessionárias a partir de dezembro”, explica Larry Hund, CEO da Harley-Davidson Financial Services.
 
O Bradesco, primeira instituição licenciada pela HDFS no Brasil, será responsável pela oferta do financiamento nas concessionárias em todo território nacional a partir de dezembro.
 
O Harley Finance é um produto especialmente criado para a compra de motocicletas Harley-Davidson nas concessionárias oficiais da marca. Os prazos são de 24 a 60 meses e a taxa de juros será umas das mais competitivas do mercado.
 
As concessionárias Harley-Davidson estarão interligadas ao sistema do Bradesco para o envio de propostas de financiamento de modelos novos e motocicletas seminovas, garantindo mais agilidade no processo, sem a necessidade de o cliente ir até uma agência bancária, ou seja, é possível ter uma resposta rápida enquanto o cliente ainda está na concessionária.
 
Além desse lançamento, a Harley-Davidson Financial Services já planeja a ampliação das operações financeiras locais com novos produtos que serão anunciados já em 2012, como cartões de crédito, assistência 24h e seguros.
 

Recall da Gold Wing por risco de incêndio

Proprietários de 400 motocicletas são convocados...

A Honda convocou nesta segunda-feira 400 proprietários das motocicletas GL1800 Gold Wing, importadas para o Brasil, com custo de cerca de R$ 92 mil, produzidas entre 2006 e 20010, para fazerem a inspeção e, caso necessário, a substituição do cilindro mestre secundário do sistema de freio.


Segundo a montadora, em algumas unidades pode ocorrer aquecimento excessivo do freio traseiro e restrição parcial do movimento da roda traseira com possibilidade de risco de incêndio ou queda. De acordo com a Honda, a possibilidade de ocorrência dos danos é remota.

Os consumidores devem entrar em contato com a empresa a partir de 12 de dezembro por meio do endereço eletrônico www.honda.com.br/recall/motos ou na central de atendimento pelo telefone 0800-701-3432, de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h. Para consultar a relação de concessionárias habilitadas em motocicletas o consumidor deve acessar www.honda.com.br/concessionarias.

Confira a relação de motocicletas que participam do recall
2006 - 1HFSC47**6A500001 até 00094
2007 - 1HFSC47**7A600001 até 00062
2008 -1HFSC47**8A700001 até 00110
2009 - 1HFSC47**9A800001 até 00092
2009 - 1HFSC47**AA900001 até 00060
Fonte: Divulgação Honda

Garupa atingida por raio

 Uma motociclista morreu durante a forte chuva que caiu em Itatiba, na tarde de quinta-feira dia 02/12/2011. A jovem de 23 anos que estava na garupa de uma moto, foi atingida por um raio. 

 

Segundo informações da Polícia Rodoviária, por volta das 16h um casal trafegava pela Rodovia Dom Pedro I, sentido Jacareí-Campinas, com a motocicleta Honda CB 250 Twister preta.
Na altura do km 109 (+ 300 metros), a garupa Michele Israel Rocha Bueno, residente em Jaguariúna, foi atingida. O raio teria imobilizado o motociclista Anderson Inácio, 26, também morador de Jaguariúna, e ambos caíram no canteiro central da estrada.
Michele não resistiu e morreu na hora. Anderson foi socorrido no Pronto Socorro da Santa Casa de Itatiba, com ferimentos leves. O caso foi registrado no plantão da Polícia Civil do município.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O melhor mesmo 'e baixar a viseira

Confira os motivos de se manter a viseira sempre abaixada
O artigo 244 do Código Brasileiro de Trânsito é claro: pilotar uma motocicleta com viseira aberta e sem óculos de proteção é infração gravíssima, que resulta em multa, suspensão do direito de dirigir e apreensão da carteira de habilitação. Condutores flagrados com o acessório aberto são considerados pela legislação como se não estivessem usando capacete. Nos cinco primeiros meses deste ano, segundo dados do Detran, 767 perderam a carteira em Santos(SP) por essa infração. Em todo o ano de 2010, foram registradas 1.001 ocorrências.
Apesar da punição para muitos, o que se pelas ruas da cidade é um festival de desrespeito à legislação. O site Mundo Moto percorreu ruas de várias regiões da cidade e constatou que, pelo menos, 95% dos motociclistas usam o capacete com a viseira aberta ou sem os óculos de proteção. Para se livrar das sanções não vale a justificativa que se estava usando óculos de sol, por exemplo. Conforme a Resolução 203, quando o capacete não tem viseira é necessário usar óculos de proteção. “Entende-se por óculos de proteção aqueles que permitem ao usuário a utilização simultânea de óculos corretivos ou de sol. Fica proibido o uso de óculos de sol, óculos corretivos ou de segurança do trabalho (EPI) de forma singular em substituição aos óculos de proteção.”
A motociclista Fernanda Torres, 28 anos, trafegava com a viseira do capacete aberta pouco antes de parar a moto na Avenida Francisco Glicério. Perguntada se a prática era comum, a recepcionista disse que usa a viseira sempre fechada. No entanto, reconheceu que “às vezes” esquece. “Na correria do dia a dia, às vezes saio e esqueço, mas, assim que percebo, baixo a viseira para evitar que algo bata nos meus olhos.”
O enfermeiro Caíque Martins, 41 anos, também chegou ao mesmo estacionamento com a viseira levantada. Ele afirmou que sempre anda com o equipamento regularizado, pois quase ficou cego. “Uma vez bateu uma abelha no meu olho e quase cai da moto. O olho inchou muito”, contou.
O professor Márcio Filla, 49 anos, perdeu a carteira depois de ser multado por supostamente estar trafegando com a viseira aberta no fim do ano passado na Rua João Pessoa,no centro. Ele afirma que foi um equívoco do agente de trânsito, contudo, entregou a carteira, fez o curso de reciclagem e recuperou o direito de dirigir. “Conduzo motos desde os 18 anos e sei os riscos de andar com a viseira levantada. Nunca sofri acidentes, mas conheço uma pessoa que perdeu a córnea depois que um besouro bateu no olho.”

Perigos para os motociclistas

Estruturas viárias são perigos constantes aos motociclistas
Por Thiago Guedes

Uma das princicpais preocupações dos motociclistas atualmente são os diversos acidentes que aumentam as estatísticas diariamente. Em uma recente palestra de consultor da ONG Alerta no II Workshop Abraciclo – Especial Segurança, mostra que um terço dos acidentes ocorre por falta de planejamento viário e cobra maior atuação do poder público
Slides com fotos mostrando o descaso das vias nas grandes e pequenas cidades. Foi assim que o consultor da ONG Alerta, Walter Kauffmann Neto, quis chamar a atenção para a situação crítica da manutenção da infraestrutura viária brasileira no II Workshop Abraciclo – Especial Segurança, realizado em maio, na Amcham (Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos).
“O poder público precisa parar de culpar apenas o condutor, seu mau comportamento, e agir também nas políticas de trânsito, criando vias mais seguras. Inclusive, cabe também aos órgãos de trânsito federal, estadual e municipal a questão comportamental dos motociclistas, como formação e reciclagem”, afirma Kauffmann.

O consultor da ONG Alerta aponta que 95% dos acidentes são resultados de fatores humanos. Dentre este universo, os fatores viário-ambientais influenciariam 28% dos casosaproximadamente uma em cada três ocorrências.
Entre as armadilhas que encontramos diariamente nas ruas, Kauffmann destaca postes construídos muito próximos das vias; árvores plantadas nas ilhas entre avenidas, criando obstáculos caso haja um acidente; falta de planejamento, como avenidas que desembocam na mesma rua e no mesmo sentido, parada de ônibus em cima de pontes ou em curvas, rotatórias gigantescas, taxas (chamadas de ‘tartarugas’) e objetos que avançam às vias; defeitos das pistas, como buracos, restos de concreto, desnível das faixas, bueiros quebrados; tintas sem aderência correta, se transformando em verdadeiros ‘sabões’ em caso de chuva; e atenção especial para grades e guard-rails, que podem causar acidentes graves aos motociclistas em caso de quedas.
As soluções, segundo Kauffmann, são simples: postes aterrados (fiação subterrânea); retirada das taxas, que são proibidas devido ao seu risco para os motociclistas e ciclistas; grades constantes ou feitas de plástico, evitando a saída de objetos cortantes, em caso de defeitos; guard-rails com saia inferior para impedir que os motociclistas, ao caírem, atinjam as barras de ferro verticais que sustentam os objetos; e tintas com maior rugosidade, evitando o deslizamento em caso de chuva.
“O que é necessário? Educação, fiscalização e punição. O motociclista é visto como culpado, mas ele não é o único vilão. As guias são mal formuladas. A estrutura viária não é pensada para os condutores de motocicletas. Os defeitos nas pistas podem ser fatais. A manutenção constante das vias é o primeiro passo para evitar mais acidentes”, conclui Kauffmann.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Café-da-manhã na Drogaria Nogueira de Araguari!!! Valeu!!!!

Amig@s, eis alguns registros fotográficos do café-da-manhã oferecido aos clientes da Drogaria Nogueira (Araguari). Queriamos agradecer demais pela presença de todos...juntamos umas cinquenta motos na porta da Nogueira, com muita alegria e união. Agradecemos também a presença do café Ouro Negro e da Aramoto, concessionária Honda de Araguari. Vamos repetir a dose, certamente!!! Abraços. Dennys